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Papo Lemonade com Jardeson Rocha | Le Cube

Jardeson Rocha é de Fortaleza, CE e tem uma vasta experiência como motion designer freelancer. Seu foco sempre esteve para o mercado internacional e atualmente se encontra em Buenos Aires, Argentina, onde compõe a equipe fixa do estúdio Le Cube. Jardeson é o fundador do F.O.D.A., um movimento que tem como objetivo aproximar profissionais e entusiastas do Motion Design e Animação, através de podcasts e encontros presenciais.


 

Layer Lemonade – Conte-nos um pouco sobre você: onde você nasceu e cresceu, quais suas influências na infância/ adolescência e como decidiu que trabalharia com Motion Design?

Jardeson Rocha – Sou de Fortaleza, no Ceará. Nasci, cresci e vivi lá até meus 29 anos de idade (Hoje estou com 30). Cresci como qualquer criança normal do subúrbio daquela época, dividia meu tempo entre a escola, jogar bola no meio da rua e esperar os desenhos da Manchete ou o TV CRUJ. Na adolescência descobri o skate, o Rock’n’Roll e então minha vida meio que se resumia à isso. E foi aí que surgiu meu interesse pelo audiovisual em geral. Costumava gravar clips da MTV e videos de skate em VHS e passava o dia assistindo isso.

De tanto amar videos de skate, resolvi que queria fazer os meus e aos 21 ou 22 anos, quando minha mãe comprou nosso primeiro computador, eu baixei o Premiere e ficava reeditando os videos de skate que eu gostava. Achava lindo as intros com aquelas animações que eu não fazia ideia de como eram feitas. Meu amigo Saulo de Castro me apresentou então o After Effects e foi isso, não parei mais.

LL – Você possui alguma experiência educacional com escolas voltadas ao design e animação, ou você é do time dos autodidatas? Como desenvolveu suas habilidades técnicas e artísticas?

JR – Autodidata. Video Copilot foi meu Deus por um bom tempo. Hehehe. Como eu falei, nem computador eu tinha há uns anos atrás, então, claro, não tinha grana pra pagar cursos nem nada. Tudo o que eu aprendi no começo era com o que tinha na internet. Depois de começar a trabalhar e ganhar dinheiro, resolvi pagar por alguns cursos, mas não sei o que acontece comigo. 


“Em 2014 eu estava muito focado em sair do país e
trabalhar em um grande estúdio. Esse sempre foi um sonho que eu tive…


Tenho muito problemas em terminar as coisas e não levei nenhum até o final. Inclusive a faculdade de Design que eu entrei pra melhorar meu leque, no fim eu era só um nome no trabalho dos outros. Hehehe. Sempre gostei de estudar o que eu realmente tava afim, por isso sempre fui mais de assistir ou estudar coisas soltas que eu tava afim de aprender no momento do que todo o conteúdo de um curso.

LL – Você recorda de como foi o seu primeiro trabalho como Motion Designer? Conte-nos sobre a sua jornada até conseguir pegar trabalhos para fora do Brasil.

JR –  Tem três na verdade. O primeiro mesmo a ser lançado foi uma pequena animação de logo e uns letterings para um vídeo de skate do meu amigo Saulo de Castro. O primeiro que eu fui pago para fazer foi juntamente com o Saulo, uma vinheta para um programa de internet da prefeitura que, pra falar a verdade, ele fez quase tudo só. E o primeiro que eu fiz sozinho mesmo profissionalmente foi uma propaganda pra uma rede de supermercados da minha cidade.

Eu comecei a trabalhar no audiovisual como editor de um programa de socialite. Uma mulher rica que entrevistava pessoas mais ricas sobre como era ser rico e no meio tinha uns blocos com uns bichos exóticos quando não tinha gente rica suficiente pra fechar o programa. Era chatíssimo e eu trabalhava no quartinho do lado da churrasqueira da piscina e do Josué, um jumento de estimação que ela tinha (True Story), mas foi ótimo pra entrar no mercado e ter grana pra pagar a faculdade de Publicidade (na época que queria ser criativo publicitário. Larguei a faculdade dois anos depois) e também comprar uma moto e perder menos tempo no ônibus (uma hora e meia, cada trajeto) podendo fazer freelas com esse tempo a mais.

Nisso, arrumei um freela/fixo com uma produtora que me permitia trabalhar um ou dois dias na semana e me garantia uma grana por mês. Assim, saí do trabalho do programa e me tornei freelancer full-time. Dois anos depois esse freela/fixo acabou e eu fui trabalhar numa agência de publicidade, depois fiz campanha política e depois trabalhei num estúdio de uns amigos.

Tudo isso sendo motion, compo e edição juntos. Os amigos se separaram, me demitiram e eu fui forçado a me tornar freelancer de novo. A vida de freelancer começou a render bons frutos, larguei de vez a edição e passei a focar apenas no motion/animação que foi o que eu sempre quis na verdade. Dai, comecei a fazer trabalho para fora de Fortaleza, pra fora do país e até março desse ano trabalhei exclusivamente com o mercado internacional por volta de dois anos.

LL – Como foi a experiência de trabalhar como Freelancer? Quais as dificuldades e as vantagens que você pôde perceber diante das suas vivências?

JR – Foi maravilhosa. No começo eu tive um pouco de dificuldade por trabalhar apenas com o mercado Fortalezense, como prazos apertados, pouca grana e pouca abertura criativa. Depois quando fui me lançando no mercado brasileiro e depois mundial ficou bem melhor. Acho que as maiores dificuldades que eu enfrentei foram ter que lidar com a parte burocrática, aprender a gerir o dinheiro pra não gastar tudo e poupar pras épocas de secas, e a solidão.

Mas a solidão às vezes pode ser uma vantagem também, bem como fazer seu próprio horário. Apesar de eu gostar de trabalhar em horas e dias fixos, aquela folguinha no meio da semana pra passear ou pra ver Netflix, às vezes, vem bem à calhar. E a liberdade de escolha de projetos também, apesar de que não é tanta liberdade assim porque você tem que pagar as contas, mas mesmo assim ser freelancer te dá um leque de oportunidades bem maior.

LL – Você tirou o ano de 2016 para exercitar o seu lado nômade e rodou a América Latina como ninguém. Que diferenças e similaridades você percebe entre o mercado brasileiro e essa indústria internacional? E, ah! Esse mochilão vai passar por onde ainda?

JR – Bem, pra começar, sempre me perguntam o porque disso. Em 2014 eu estava muito focado em sair do país e trabalhar em um grande estúdio. Esse sempre foi um sonho que eu tive, mas nesse ano específico isso se tornou uma obsessão. Cheguei a mandar portfólio pra vários estúdios que eu gostava e não obtive sucesso o que me deixou realmente pra baixo por um bom tempo.

Em um dia de 2015, depois de MUITAS cervejas, minha esposa virou pra mim e disse: “Vamos pra Colômbia! E eu, quase não deixando ela terminar a frase respondi “VAMO”! Já estava bem cansado da minha cidade, frustrado com a verdade de que meu trabalho não era tão bom ao ponto de me render um trabalho nos estúdios que eu admirava e eu tinha acabado de começar a freelar pra fora do país. Então resolvemos chutar o balde, vender tudo o que tínhamos e sair por aí. Afinal, como freela remoto, não faria diferença fazer meu trabalho de Fortaleza ou de qualquer lugar do mundo.


“Às vezes você não é tão bom quanto você deseja,
mas você tem o suficiente pra que alguém te chame pra fazer algo.”


A verdade é que eu saí mesmo pra respirar novos ares, comecei pela Colômbia porque ali morava há muito tempo um grande amigo nosso, o que facilitaria essa transição. Não fui a trabalho e muito menos procurei por um já que estava levando meus clientes e estava bem feliz e servido com eles então não tenho muito como dizer como é o Mercado Colombiano de Motion GraphicsHoje estou na Argentina e vim pra cá mesmo por causa dos Motion Graphics. Não tem como eu falar muito sobre o mercado daqui e compará-lo com o Brasil porque acabei de chegar e também, se falando de Brasil, eu trabalhei majoritariamente pra Fortaleza, aí é covardia.

Sempre fui muito fã dos estúdios daqui, até mais que dos brasileiros, não vou mentir. Consigo enumerar fácil uns cinco estúdios que eu admiro muito há um bom tempo, que estão entre meus favoritos e são aqui de Buenos Aires. Tive a sorte de chegar com um freela na agulha com um deles, que é o Le Cube, o que me rendeu um convite pra trabalhar com os caras. Então, até agora, só alegrias. A ideia era vir pra cá, passar seis meses e ir para o Peru. Mas agora com esse nova fase na Le Cube e eu apaixonado como estou por Buenos Aires, a vida de cigano vai dar um pause por, pelo menos, um ano.

LL – Em alguns trabalhos mais recentes você está tendo a possibilidade de explorar suas habilidades como Diretor. Que tipo de cuidado você toma ao ter que assumir papéis como esse, em um projeto que envolva equipe?

JR – O Andrew Embury, o cara com quem eu trabalhei quase que exclusivamente nesses dois últimos anos, decidiu que tava na hora de eu dirigir uns trabalhos, o que deu um nervoso grande. Já não me achava bom o suficiente nem pra trabalhar com um cara como ele, imagina pra dirigir. Então a gente começou a chamar uns amigos meus pra trabalhar em alguns projetos comigo assumindo esse papel. No final foi bem legal até.

O maior cuidado que eu tomava era o de escolher quem ia trabalhar comigo. Tive o prazer de contar com amigos de extrema confiança que assumiram a responsabilidade sem precisar que eu ficasse micro-gerenciando cada passo. Então, com gente assim do seu lado, as coisas fluem bem e naturalmente. Nos três ou quatro trabalhos que eu dirigi não lembro de ter tido nenhuma grande preocupação ou o mínimo de estresse.

LL – Você já teve aquele momento de desespero ao pegar um projeto e perceber que não conseguiria executá-lo?

JR – Já, mas isso são águas passadas. Antes eu me desesperava quando estava perto da deadline e via que ainda tinha muita coisa pra fazer. Me desesperava inclusive quando isso nem era culpa minha. Eu sempre dei e fiz o meu melhor e continuo fazendo até hoje. Mas tenho total consciência hoje que há coisas que às vezes fogem do seu controle e nem sempre é sua culpa. Pra momentos assim, eu fumo um cigarro, às vezes abro uma cervejinha pra dar uma relaxada e volto à trabalhar. Se der merda, ninguém vai morrer por isso e a vida segue. 


“Dê o seu melhor, se mostre e mostre as coisas que você
tem orgulho. Não existe uma barreira entre você e quem você admira.”


LL – Qual o software que você mais utiliza em seus projetos e por que?

JR – After Effects, de longe. Sou o cara dos keyframes e do Graph Editor, amo de coração aquela porcaria bugada e ultrapassada. Às vezes, bem às vezes, me aventuro a fazer design, illustrar, fazer uns 3D ou brincar de cel animation, Pra isso uso Illustrator, Photoshop, Cinema 4D e Flash. To tentando mudar e aprender umas coisas a mais, mas meu ritmo é lento…

LL – E o F.O.D.A? Conta pra gente como surgiu a ideia deste projeto maravilhoso, e, quais são as tuas expectativas futuras em relação a ele? Tem spoiler dos próximos episódios?

JR – F.O.D.A? O que é isso? hehe 

O F.O.D.A surgiu pela minha obsessão em consumir todo o tipo de conteúdo sobre motion e animação. Sou meio doente por esse negócio. Se eu tiver trabalhando, é mais fácil você puxar meu fone de ouvido e escutar um podcast sobre algo do gênero do que música realmente. E eu sempre trabalho com os fones de ouvido.

Na época, percebi que no Brasil não tinha quase nada voltado ao assunto e resolvi fazer meu próprio podcast. Chamei os caras que eu mais admirava pra falar com a gente e o FODA surgiu. Ele está meio parado, é verdade, só consegui gravar um episódio em 2016 que foi o do Mau Borba. Isso se deve muito às internets de 1mb colombianas que eu tive acesso (o máximo que eu peguei foi 6mb) não sendo muito viável gravar com a galera, já que na parte 02 a gente chega a compartilhar tela, câmera e o caralho.

Mas prometo, estamos voltando, já temos 1 novo episódio gravado com o Aleksander Saharovsky por sair e um outro agendado com meu chefinho, Ralph Karam, inclusive sendo o nosso primeiro que vai ser transmitido e gravado ao vivo, direto de Buenos Aires. hehehe. Além disso já tenho três nomes esperando nossas agendas se encontrarem para gravar. Então se preparem, vai ter F.O.D.A pra todo mundo em 2017.

LL – Podemos afirmar que 2016 foi um ano muito positivo para sua carreira profissional, você teve trabalhos exibidos no WINE after COFFEE, Motionographer e no The New York Times. Explica aí pra gente como você reagiu a estes momentos e como tudo isso aconteceu?

JR – O Motionographer foi uma das primeiras coisas que eu comecei a acompanhar quando entrei no mundo dos motion. Pensava, inclusive, que eles eram um estúdio na primeira vez que eu vi. hehe. Tenho uma grande admiração por eles até hoje. Então, mesmo participando pouco do projeto que apareceu lá, foi muito gratificante pra mim. O Wine After Coffee já foi com um projeto que eu participei muito mais, o que me deu um baita orgulho.

E o The New York Times é o The New York Times e ainda por cima foi com um projeto muito lindo que espero ter ajudado alguém com ele. 2016 foi realmente um ano muito bom pra mim.

LL – Como foi trabalhar com Jorge R. Canedo e uma porrada de gente F.O.D.A? Você teria alguma dica marota para repassar às pessoas que tenham esse desejo de trabalhar em grandes projetos, mas que não fazem ideia de como conseguir contato ou de por onde e quando começar?

JR – A maior dica que eu dou é pra porem o pé na porta e dar a cara à tapa. Às vezes você não é tão bom quanto você deseja, mas você tem o suficiente pra que alguém te chame pra fazer algo. Mas como essa pessoa vai saber que você existe se você não se mostrar? O Andrew Embury e o Jorge, que você mencionou, são exemplo disso. Não sei o que esses caras viram em mim pra me chamarem pra participar de projetos, mas eles viram porque eu fui lá e mostrei. E, porra, como valeu à pena.

Dê o seu melhor, se mostre e mostre as coisas que você tem orgulho. Não existe uma barreira entre você e quem você admira. O não ou o silêncio você já tem, o máximo que você pode ganhar é um sim. Você pode não achar que é bom o suficiente ainda, mas alguém pode achar que você pode se encaixar em algo ou ver um potencial ali. Se ainda não, no mínimo vai servir pra você se criticar ou outras pessoas fazerem críticas pra você buscar melhorar da próxima vez.

LL – Qual o estúdio de animação/motion que você gostaria de visitar?

JR – BUCK! Eu tenho listinhas dos top 3, top 5, top 10… Do Brasil, América Latina, de cada continente, do mundo todo… hahaha. Sou desses.


“Sempre estou pensando no próximo passo,
no que fazer, mil planos o tempo todo, mas esses dias tenho
sentido um contentamento que é algo muito bom e novo pra mim.”


Tem uma pá de estúdios que eu gostaria muito de ter uma experiência e trabalhar com eles, mas a BUCK sempre foi meu estúdio favorito. Foram eles que colocaram essa história de buscar meu melhor, estudar, querer ir pra fora na minha cabeça quando, em 2012, eu vi no site deles que eles tinham um programa de estágio e que eles aceitavam gente do mundo todo. Nem sabia que isso era possível na época: Ser chamado pra trabalhar, muito menos estagiar, fora do Brasil com Motion Graphics. Meu maior sonho da vida adulta sempre foi o de trabalhar lá. Quem sabe um dia…

LL – Em uma série de tutoriais que você fez em 2014 sobre o Duik, pudemos perceber que você possui uma ótima didática para ensinar. Você pensa em soltar outros materiais desse tipo pela internet, ou quem sabe dar aulas em um curso?

JR – Obrigado! ;* 

Penso sim. Cresci e aprendi nesse meio por causa de caras que estavam dispostos a ensinar coisas de graça para quem quisesse ver e acho que tenho uma dívida com o universo por isso. Não sei se eu faria tutoriais visto que na internet tem um milhão de coisas sobre um milhão de coisas já. Quem sabe se alguém quiser aprender algo que eu fiz e me pedir e isso já não esteja por aí, eu faço mais uns.


Cerveja! Lógico. Se bem que na Colômbia eu descobri
algo que chama Michelada que eu amo. Vamos à receita:


Recentemente fui convidado por uma escola online que eu admiro muito e já fui aluno para ministrar um curso. Comecei a montar as aulas e cheguei a gravar umas coisas, mas com férias, volta ao Brasil, vinda à Argentina, meu tempo ficou bem reduzido. Quem sabe agora sendo funcionário e tendo horas de trabalho fixas eu consiga colocar pra frente.

LL – A indústria de Motion Design está fervendo de talentos, mas pra você quem se destaca dentre tantos?

JR – Puta que o pariu, hein! A pergunta mais difícil de todas. Se eu soltar minhas listas vai levar mais tempo que essa entrevista. Então, se tiver afim, da uma olhada nos meus likes e follows do vimeo. La tem todos eles e um tanto mais.

LL – Você possui alguma outra dica para quem está começando na área e tem aquele desejo profissional de ser você quando crescer? (haha)

JR – Não tome aqueles remédios/vitaminas que prometem fazer você crescer. Minha mãe me deu quando criança e a única coisa que cresceu foi a minha cabeça.

LL – Pra finalizar, conta pra gente quais os planos e metas futuras do Jardeson Rocha?

JR – Cara, assim que eu cheguei na Argentina e tava ali na Le Cube fazendo um freela, tirei uma pausa pra um café e pensei que, pela primeira vez em muito tempo, eu tava bem feliz onde eu estava. Tudo na minha vida, nesse momento, ta bem e eu estou me dando o privilégio de aproveitar. Sempre estou pensando no próximo passo, no que fazer, mil planos o tempo todo, mas esses dias tenho sentido um contentamento que é algo muito bom e novo pra mim. Estou casado com a mulher que eu amo; Minha família e amigos estão bem e já já vêm me visitar; Estou numa cidade que, apesar de seus problemas, tem me encantado mais e mais a cada dia e consegui conquistar um grande objetivo que eu tinha, numa oportunidade inédita na minha carreira, que era o de trabalhar e aprender com gente super talentosa num grande estúdio que eu admiro e acredito bastante. Então vou me dar o luxo de surfar a onda, sem pensar no caldo que eu possa tomar ou na próxima onda a surfar (quem disse que skatista não pode usar metáfora relacionada à surf?)


RAPIDINHAS

PC ou MAC?  Mac. MAC, DHYAN!

Textura ou Flat?  Tanto faz, contanto que eu me divirta.

2D ou 3D?  2D, mas eu queria tanto saber 3D…

The Collective ou Animalators?  Motion Sickness.

FODACast ou Anchor Point?  Porra, vou deixar essa pergunta pra vocês. Só olhar o nome, qual é o mais FODA?

Melhor hora para trabalhar: manhã, tarde ou noite?  Manhã.

Limonada ou Cerveja?  Cerveja! Lógico. Se bem que na Colômbia eu descobri algo que chama Michelada que eu amo. Vamos à receita:

– Pegue um copão, que comporte o conteúdo de uma lata ou long neck de cerveja;
– Corte um limão grande e passe na borda do copo, carinhosamente, pra ficar com a borda molhadinha;
– Mergulhe a borda do copo no sal pra ficar ali grudadinho com o meladinho do limão;
– Esprema o suco do limão dentro do copo (pode colocar mais dependendo do seu gosto ou do tamanho do limão);
– Jogue uma pitadinha de sal dentro do copo;
– Coloque a cerveja dentro do copo.


O bom é que essa porra da pra beber até quente. Mas eu tomo só uns 2 copos no máximo. Mais que isso me dá azia.


O Layer Lemonade agradece imensamente ao Jardeson Rocha pela entrevista! Desejamos todo o sucesso do mundo nessa nova empreitada e vida longa ao FODA!

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