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O Primeiro Museu de Artes digitais de Paris

Projeções coloridas de pinturas do início do século XX, incluindo as de Gustav Klimt e Egon Schiele, são exibidas no Atelier des Lumière – um museu digital dedicado à arte em Paris. O espaço é o primeiro museu digital de belas artes da capital francesa. Supervisionado pela Culturespaces, um operador privado de museus e monumentos, o Atelier des Lumières apresenta obras de arte projetadas em paredes de 10 metros de altura em uma área de 3.300 metros quadrados.

Reagindo ao impacto da tecnologia no modo como as pessoas experimentam a arte, o espaço da exposição visa tornar a arte acessível a um grande público que não visita regularmente museus ou galerias.

“Essas exposições imersivas podem ser uma forma introdutória de descobrir arte pictórica e faltava um centro digital como esse em Paris”, explicou Michael Couzigou, diretor do Atelier des Lumières, a Dezeen.

A equipe por trás do museu acredita que o movimento em direção às representações digitais da cultura deve aumentar. “As pessoas não aprendem sobre cultura como no passado”, disse Bruno Monnier, presidente da Culturespaces.

“As práticas estão evoluindo e a oferta cultural deve estar em sintonia com elas. O casamento entre arte e tecnologia digital é, na minha opinião, o futuro da disseminação da arte entre as gerações futuras”.

O edifício tem três salas principais de exposição. Há duas salas dedicadas ao pintor austríaco Gustav Klimt e um século de pintura vienense, incluindo obras de Egon Schiele e Hundertwasser. Uma sala menor é reservada para artistas emergentes e apresenta instalações digitais e AI: “Queremos abraçar artistas emergentes no cenário da arte contemporânea”, explicou Couzigou.

As obras de arte são acompanhadas por um sistema de som “motion design” com 50 alto-falantes, que apresenta uma trilha sonora de Wagner, Chopin e Beethoven, entre outros. “Ele permite que os visitantes descubram a arte de um novo ângulo e através de experiências imersivas. Combinamos arte clássica e arte digital – estou convencido de que o casamento da arte e da tecnologia digital é o futuro da divulgação da arte entre as gerações futuras”, disse Couzigou. .

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